O meia Lucho Acosta precisou de pouco tempo para se transformar em uma das principais referências técnicas do Fluminense em 2026. Com 31 anos e números expressivos no Brasileirão — quatro participações em gols em apenas cinco jogos —, o argentino recebeu a equipe do ge no CT Carlos Castilho para falar sobre seu momento.
Além do bom futebol, o camisa 32 tem chamado a atenção pela personalidade forte e pela rápida conexão com o venezuelano Savarino, parceria que já foi batizada pela torcida como “SavaLucho”.
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Parceria com Savarino e a fama de “brigão” em campo
A conexão entre os dois atletas, que já se conheciam dos tempos de MLS, tem sido um dos trunfos do técnico Luis Zubeldía. Lucho Acosta não poupou elogios ao companheiro, classificando-o como “muito craque” e destacando que ambos possuem o mesmo desejo de driblar e servir os companheiros. No entanto, nem tudo é festa: o argentino lidera as estatísticas de cartões e explicou que sua postura firme é uma resposta ao jogo físico dos adversários.
“Eu brigo porque os caras acham que podem brigar comigo só porque sou baixinho. Eles batem muito em mim, então não posso ficar sem falar nada”, desabafou o meia, admitindo com bom humor que seus colegas de Fluminense brincam que, se ele fosse mais alto, brigaria todos os dias.
Outro ponto abordado foi a hierarquia nas cobranças de pênaltis. Mesmo fora das batidas decisivas contra Vasco e Flamengo recentemente, Lucho Acosta garantiu que respeita os códigos do futebol e nomes com mais trajetória no clube, como Ganso, Renê e Canobbio.

Contudo, o jogador afirmou que treina as penalidades diariamente e está pronto para assumir a responsabilidade quando for acionado pela comissão técnica.
Intimidade tricolor: filhos de Lucho cantam músicas da torcida
Fora das quatro linhas, a adaptação da família Acosta ao Rio de Janeiro é completa. O argentino revelou que seus filhos já são torcedores fanáticos do Fluminense, vestem o uniforme diariamente e decoraram os cânticos da arquibancada.
“Eles cantam a ‘Louco da Cabeça’ todo dia (risos). Aqui é muito diferente da MLS”, contou o meia, emocionado por proporcionar essa atmosfera de estádios lotados, como o Maracanã, para seus pais e filhos.
De olho na sequência do Brasileirão, onde o Fluminense enfrentará uma maratona de quatro jogos seguidos no Rio de Janeiro contra Athletico-PR, Vasco, Atlético-MG e Corinthians, Lucho Acosta pregou a importância de manter a força em casa. Para o argentino, ganhar no Maracanã deve se tornar um hábito para gerar confiança interna e intimidar os rivais.
O próximo desafio contra o Furacão, no domingo, é visto pelo craque como fundamental para o time seguir “fazendo história” na temporada.
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