O Fluminense tentou uma cartada de mestre que acabou se voltando contra o próprio planejamento. Na tentativa desesperada de atravessar o Palmeiras e repatriar o ídolo Jhon Arias, o Tricolor colocou na mesa uma proposta astronômica de 20 milhões de euros (cerca de R$ 123 milhões). O Wolverhampton recusou, preferindo os 25 milhões de euros dos paulistas, mas o estrago colateral já estava feito: o mundo descobriu que o cofre das Laranjeiras está cheio.
Leia mais:
LAFC cresce o olho
Quem acompanhou tudo de perto foi o Los Angeles FC. O clube norte-americano, que negocia a venda do atacante Denis Bouanga com o Fluminense, mudou de postura imediatamente.
Antes, as tratativas giravam em valores menores, mas ao ver que o Tricolor tinha bala na agulha para oferecer mais de R$ 100 milhões em um único jogador, os americanos endureceram. O raciocínio é simples: se o Flu tinha tudo isso para o colombiano, pode apresentar condições muito mais “robustas” pelo gabonês.

O preço da ousadia
O que era uma negociação difícil virou um jogo de paciência. O Fluminense havia paralisado as conversas por Bouanga para focar em Arias, e agora, ao retomar o contato com os EUA, encontrou uma parede.
O LAFC faz jogo duro, ciente de que é a “segunda opção” de um clube que provou ter dinheiro de sobra. O Tricolor agora corre contra o tempo (e contra a própria exposição) para tentar fechar com o novo alvo sem ser explorado financeiramente.

Veja mais notícias do Fluminense, acompanhe os jogos, resultados e classificação além da história e títulos do Fluminense Football Club.








