O Fluminense vive dias de tensão máxima. Após a derrota para o Independiente Rivadavia na Libertadores e os protestos inflamados no CT Carlos Castilho, a diretoria e a comissão técnica iniciaram uma operação de “blindagem total” no vestiário. O objetivo é claro: impedir que a fúria das arquibancadas contamine o desempenho técnico do time, que precisa vencer o Santos neste domingo para se manter no G4 do Brasileirão.
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O apoio a Zubeldía e o “pacto” interno no Fluminense
Apesar dos pedidos de mudança por parte de alguns setores da torcida, o técnico Luis Zubeldía conta com um trunfo fundamental: a confiança irrestrita dos jogadores. Internamente, o trabalho tático e a gestão de grupo do treinador são muito elogiados, inclusive por quem não vem sendo titular. O discurso adotado nas reuniões fechadas é de equilíbrio, fugindo da euforia nos momentos bons e do desespero na má fase.
“Assim como todos não eram os melhores no bom momento, também não são os piores na má fase”, circula como mantra nos corredores das Laranjeiras.
Virada de chave no Brasileirão
A avaliação interna é de que o descalabro continental deve ser tratado como página virada. Com 20 pontos e ocupando a quarta colocação, o Tricolor está a seis pontos do líder Palmeiras e entende que uma vitória na Vila Belmiro é o único remédio para acalmar os ânimos externos.
Cenário no Brasileirão
Posição Atual: 4º Lugar (20 pontos)
Distância para o Líder: 6 pontos (Palmeiras – 26)
Próximo Rival: Santos (15º colocado – 13 pontos)
Missão: Blindar o grupo e retomar o caminho das vitórias.
O desafio contra o Peixe ganha contornos de decisão. Sem Lucho Acosta e com dois suspensos, Zubeldía terá que provar que sua “blindagem” é capaz de extrair o melhor de um elenco que se sente cobrado por uma postura mais firme dentro das quatro linhas.

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