Torcedor do Cruzeiro na infância faz juras de amor ao Fluminense: “Não consigo mais”
John Kennedy voltou a mexer com o coração da torcida do Fluminense. Em entrevista…

John Kennedy voltou a mexer com o coração da torcida do Fluminense. Em entrevista à Flu TV, o atacante abriu o jogo sobre a relação que construiu com o clube e revelou um detalhe curioso sobre sua infância no futebol.
Antes de se tornar um nome marcante para os tricolores, o jogador tinha outro vínculo afetivo dentro de casa. Natural de Minas Gerais, ele cresceu cercado por uma família cruzeirense, mas a história vivida nas Laranjeiras acabou mudando completamente essa relação.

O que John Kennedy falou sobre o Fluminense?
John Kennedy afirmou que o amor pelo Fluminense superou o antigo laço que tinha com o Cruzeiro. O atacante contou que cresceu torcendo pelo clube mineiro por influência da família, mas explicou que a identificação criada com o Tricolor se tornou muito mais forte com o passar dos anos.

Durante a entrevista, o jogador disse considerar uma das maiores honras da carreira ser tratado como ídolo por parte da torcida. Segundo ele, o vínculo com o clube foi construído com convivência, momentos importantes e gratidão por tudo que viveu com a camisa verde, branca e grená.
“Ser colocado como ídolo, para mim, acho que é uma das maiores honras que eu tenho. Eu criei um laço com o Fluminense, me sinto muito bem no clube, me sinto muito feliz. É um clube que eu realmente amo, de paixão”, afirmou John Kennedy.
O atacante também explicou que, hoje, não acompanha mais o Cruzeiro como antes. Apesar de manter carinho e simpatia pelo clube de infância, ele disse que o sentimento já não tem a mesma força depois da ligação criada com o Fluminense.
“Quando eu vim para o Fluminense, fui criando um laço. Esse amor que tenho pelo Fluminense encobriu aquilo. Hoje eu não assisto mais jogos do Cruzeiro, não consigo mais ter um laço forte. Óbvio, eu gosto, simpatizo, mas não tem mais aquele laço que eu tinha”, completou.
Como a relação com o Tricolor chegou à família?
A identificação de John Kennedy com o Fluminense também passou para os filhos do atacante. O jogador contou que, mesmo durante o período em que esteve longe do clube, acompanhava as partidas como torcedor e sofria com os jogos à distância.
John Kennedy relembrou que, quando estava no Pachuca, ficava nervoso assistindo aos compromissos do Fluminense. Segundo ele, a experiência era diferente de estar em campo, porque o atacante se via na posição de torcedor, vibrando e cobrando os antigos companheiros.
“Quando estou longe, vou ver o jogo do Fluminense e fico mais nervoso do que quando estou em casa, porque viro um torcedor do clube. Quando eu estava no Pachuca, via o jogo do Fluminense, ficava tremendo, eufórico, porque queria ver o Fluminense bem”, contou.
O atacante revelou ainda que a ligação com o clube já chegou aos filhos. John Kennedy afirmou que a filha é apaixonada pelo Tricolor e que o filho mais velho, Davi, também carrega forte identificação com o clube. Para ele, esse vínculo não deve se perder.
“Tenho certeza que esse vínculo com o Fluminense vai ser eterno, nunca vai acabar. Eu sempre vou ter amor pelo Fluminense, por tudo que me foi proporcionado. Sei que sou importante para a história do clube, mas o clube é muito importante para mim”, declarou.
A fala reforça a relação construída entre John Kennedy e a torcida tricolor. Mais do que um personagem importante em campo, o atacante mostra que passou a viver o clube também fora das quatro linhas, em uma ligação que ultrapassa a rotina do futebol brasileiro.

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